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A misteriosa história da ponte de Santo Ângelo em Roma

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Quando somos sacerdotes, profetas e reis?

Precisamos entender bem quando dizemos que o povo de Deus é um povo de sacerdotes, profetas e reis.

Depois de tanto tempo na Igreja é normal observarmos alguns absurdos ensinados em movimentos, pastorais e até em homilias. Um erro gravíssimo que encontro é quando o palestrante ou pregador ensina aos fiéis presentes a noção que ser “Filho de Deus” é algo que impõe uma determinada posição de destaque, privilégio ou superioridade. É fato que muitas vezes esta impressão é passada para “elevar a estima” dos fiéis que tantas vezes está meio derrubada devida a tantos problemas, mas mesmo assim, na maioria das vezes o tiro sai pela culatra e as pessoas acabam acreditando que por serem “filhos e filhas de Deus”, elas tem alguma espécie de privilégio espiritual, ou acham que por serem “filhos e filhas”, Deus tem a obrigação de lhes dar o que precisam na hora que desejam…

A primeira coisa que devemos entender é que todo ser humano se torna filho ADOTIVO de Deus, quando passa a fazer parte do seu C…

Ser encontrado por Cristo

Por Felipe Marques – Fraternidade São Próspero


ANTES DE INICIAR esta reflexão, deixemos o papa Bento XVI auxiliar-nos com um trecho da introdução de sua carta encíclica “Deus caritas est”:


“Ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo.”

Pois bem, ser católico é – entre tantas coisas – ter-se encontrado com Cristo e, a partir desse encontro, lutar para mudar de vida, visto que a própria existência ganha um sentido. Ou melhor, muito mais do que um simples sentido, a vida ganha O Sentido único de todas as coisas. Diversas vezes somos levados a crer que encontramos a Deus devido aos nossos próprios esforços. Esse modo de pensar é perigoso, pois podemos cair no erro narrado no capítulo 11 do Livro do Gênesis (episódio da Torre de Babel) que narra como os cidadãos do mundo quiseram construir um caminho para o céu – onde imaginavam que Deus, literalmente…

Red. Sacramentum(resumo)

A Santa Sé, face aos ‘abusos,
inclusive gravíssimos’(nº 4),
emitiu em 25.03.2004 a Instrução “Redemptionis Sacramentum” sobre a Liturgia, da qual
destacamos(em resumo)os itens abaixo,
citando entre parênteses o
número do documento original
Normas Gerais: 1. A instrução emana do ofício da Igreja de zelar e cuidar da salvação das almas (nº 13). 2. Os abusos decorrem geralmente da ignorância a respeito do sentido profundo da Liturgia que vem da Tradição apostólica.(nº 9) ou de falso conceito de liberdade. Pois a liberdade não consiste em fazer o que se quer, quando isto fere o que é justo e digno. (nº 7). 3. O Mistério da Eucaristia é demasiado grande para ser tratado ao arbítrio pessoal de quem quer que seja, mesmo o sacerdote(nº 11). 4. A Santa Sé e o Santo Padre - através da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos - são a autoridade competente para disciplinar a Liturgia, em que se destaca a Eucaristia (nºs 15-17). 5. Os ritos litúrgicos não são formulações aleatórias, mas fun…

A Pequena Vendedora de Fósforos

"Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro" (Fil 1,21), diz São Paulo. O apóstolo dos gentios confessa que partir para junto do Senhor seria "imensamente melhor", apesar dele amar a vida, pois estando vivo pode servir aos irmãos. Como eu estou diante dessa Palavra? Eu me identifico com São Paulo, ou estou a mil anos luz desse desprendimento?

Fiquei muito sensibilizada pela análise que apresento a vocês abaixo, sobre um conto de Hans Christian Andersen. Muitas vezes gastamos a maior parte do nosso tempo buscando garantir a felicidade - ou ao menos a estabilidade e segurança - nesta vida aqui, quando Cristo e toda a Bíblia nos ensinam que essa vida passa logo, que os servos de Cristo são perseguidos e sofrem muito neste mundo, e que o nosso verdadeiro lar não é aqui.

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A PEQUENA VENDEDORA DE FÓSFOROS

por Rodrigo Figueiroa

Em uma fria véspera de Ano Novo, uma menina pobre, jovem, tenta vender fósforos na rua. Ela já está tremendo de frio e hipotermia pr…

FESTA DA ASCENSÃO DO SENHOR: DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

Leia na íntegra a Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais!

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O 51ª DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

Tema: “Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5).
"Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo"
[28 de maio de 2017]
Graças ao progresso tecnológico, o acesso aos meios de comunicação possibilita a muitas pessoas ter conhecimento quase instantâneo das notícias e divulgá-las de forma capilar. Estas notícias podem ser boas ou más, verdadeiras ou falsas. Já os nossos antigos pais na fé comparavam a mente humana à mó da azenha que, movida pela água, não se pode parar. Mas o moleiro encarregado da azenha tem possibilidades de decidir se quer moer, nela, trigo ou joio. A mente do homem está sempre em ação e não pode parar de "moer" o que recebe, mas cabe a nós decidir o material que lhe fornecemos (cf. Cassiano o Romano, Carta a Leôncio Igumeno).
Gostaria que esta mensagem pudesse chegar como um encorajamento a …

Iniciação cristã de caráter mistagógico

Iniciação cristã de caráter mistagógico.



Mistagogia cristã ou iniciação cristã não é quantidade, mas qualidade.

· A iniciação cristã, ou iniciação mistagógica ou evangelização nova carece conscientizar o neófito cristão, que vivência crística é um aprendizado a ser desenvolvido, perseguido e aprofundado pelo resto a existência.



O neófito cristão vai receber um programa de conteúdo teológico, filosófico, humano e cristão, que ele carece incorporar ao seu entendimento e à sua vivência, por livre consciente vontade.



O neófito cristão vai abraçar com fé as alegrias do reino.

· Alguns se entregarão a Deus por inteiro de corpo e alma e também com o seu espírito (vida), sem reservas.

· Outros abraçarão apenas as vivências tangenciais: isto pode e isto não pode.



Ao neófito cristão deve ser oferecida a possibilidade de fazer escolhas conscientes desde a sua iniciação.

· O serviço do reino de Deus exige consciência, confiança e entrega a Deus que não se deixa vencer em graça…